
Antenor mora numa cidade litorânea e passa seu tempo perambulando pelas ruas da cidade. Carrega uma garrafa de cachaça e sempre para no píer e fica horas olhando o mar. É um homem misterioso, fala muito pouco, com um olhar triste e mesmo estando sempre bêbado, não é um maltrapilho.
Seus companheiros inseparáveis são a garrafa de cachaça, uma caneta e um caderno, todos os dias ele vai até o mar bebe o ultimo gole de cachaça, escreve uma mensagem coloca dentro da garrafa, fecha e atira ao mar.
Enquanto faz o seu ritual, é observado pela dona do quiosque, que se aproxima dele e pergunta – desculpa a intromissão, mas o senhor vem todos os dias no final da tarde beber, coloca uma mensagem na garrafa e atira a garrafa no mar. Por quê? Pra quem são as mensagens? – ele olha e sem resposta vai embora.Ela fica intrigada.
Todos os dias ela vai até o homem e fica observando o ritual, mas nunca recebe sua atenção.
Dia após dia aquilo se repete,
Certo dia Antenor se aproxima do píer, bebe sua cachaça, escreve, enrola a mensagem coloca dentro da garrafa, quando nota que a dona do quiosque repete suas mesmas ações.
Ela atira a garrafa no mar, sem falar uma só palavra, vira e volta pro quiosque. Antenor fica parado observando a mulher se afastar.
Durante uma semana ela repete a mesma coisa. Observa que Antenor vem se aproximando, sai do quiosque correndo, e quando ele chega ao píer, já está tampando a garrafa com a mensagem, e atira no mar, passa por ele e dá um sorriso. Antenor para e fica olhando a dona do quiosque ir embora.
No dia seguinte, Antenor espera a mulher pra começar a sua rotina, ela chega é recebida com um sorriso, ele bebe escreve e mais uma vez atira a garrafa no mar.
Ela faz o mesmo e sai. Quando escuta - eu escrevo pra não esquecer o passado, quando eu era criança, minha mãe me disse que quando me sentisse muito sozinho colocasse uma mensagem numa garrafa e atirasse ao mar. Ela pergunta - Onde está sua mãe? - Lendo minhas mensagens, disse apontando pro horizonte, onde o mar encontra com céu. E sua família? Não tenho ninguém, estou sozinho
Seus companheiros inseparáveis são a garrafa de cachaça, uma caneta e um caderno, todos os dias ele vai até o mar bebe o ultimo gole de cachaça, escreve uma mensagem coloca dentro da garrafa, fecha e atira ao mar.
Enquanto faz o seu ritual, é observado pela dona do quiosque, que se aproxima dele e pergunta – desculpa a intromissão, mas o senhor vem todos os dias no final da tarde beber, coloca uma mensagem na garrafa e atira a garrafa no mar. Por quê? Pra quem são as mensagens? – ele olha e sem resposta vai embora.Ela fica intrigada.
Todos os dias ela vai até o homem e fica observando o ritual, mas nunca recebe sua atenção.
Dia após dia aquilo se repete,
Certo dia Antenor se aproxima do píer, bebe sua cachaça, escreve, enrola a mensagem coloca dentro da garrafa, quando nota que a dona do quiosque repete suas mesmas ações.
Ela atira a garrafa no mar, sem falar uma só palavra, vira e volta pro quiosque. Antenor fica parado observando a mulher se afastar.
Durante uma semana ela repete a mesma coisa. Observa que Antenor vem se aproximando, sai do quiosque correndo, e quando ele chega ao píer, já está tampando a garrafa com a mensagem, e atira no mar, passa por ele e dá um sorriso. Antenor para e fica olhando a dona do quiosque ir embora.
No dia seguinte, Antenor espera a mulher pra começar a sua rotina, ela chega é recebida com um sorriso, ele bebe escreve e mais uma vez atira a garrafa no mar.
Ela faz o mesmo e sai. Quando escuta - eu escrevo pra não esquecer o passado, quando eu era criança, minha mãe me disse que quando me sentisse muito sozinho colocasse uma mensagem numa garrafa e atirasse ao mar. Ela pergunta - Onde está sua mãe? - Lendo minhas mensagens, disse apontando pro horizonte, onde o mar encontra com céu. E sua família? Não tenho ninguém, estou sozinho

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