Não podia ser diferente uma sexta-feira(5) horrivel, que mais parecia sexta-feira 13 e não era, mas enfim tudo errado, mau humor, contas, desespero, as enfim final do espetaculo, Dani e Walter e eu vamos nos encontrar com pessoal pra um Drink no final da noite, uma turma animada, as pessoas falando alto e eu lá simpatico, dividindo um gin com tonica que a queridissima Dani pediu, uma bebida estranha, ainda não consigo definir o gosto, mas a senti o final de semana inteiro, na minha cabeça iriamos embora cedo, mas ninguém prestou atenção e a hora foi embora, quando vimos ja não tinha mais metrô pra dani ir embora, mas sem pensar muito vamos pra casa o Negreiro passaria ainda. tudo certo fomos pro ponto esperar o negreiro, quando alguém tem a incrivel idéia de esticar a noite num boteco na Augusta, a Dani que conhece bem os botecos da região foi nos guiando num carro super apertado, descemos a rua Augusta fomos até o bar que fica na frei caneca, e descobrimos que os bares estavam fechando por lei do frustrado do Kassab, aquele tosco que não tem o que fazer fica inventando leis inuteis, saimos a caça de um boteço, um isopor pra ficar tomando uma coisinha e matando o tempo, encontramos um bar, que ficaria aberto, mas era impossivel ficar ali dentro, fedido, gordura velha, abafado, e ainda com as portas fechadas pra fugir da fiscalização, as meninas sentaram na sarjeta, e ficaram, quando outra super idéia surgiu, vamos pra um inferninho, eu era voto vencido, não gostei muito da idéia mais fomos, que lugar deprimente, no puteiro tinha 13 pessoas, oito eram nós , quatro, garotos fortinhos de calça super justas, e um bebado sozinho que nem as putas davam atenção, e umas oito putas transitando pelo espaço e fazendo rodizio nos colos do garotões que exibiam os volumes uns para os outros, em seguida.
enquanto as primas rebolavam nos colocos dos meninos fazia cara de paisagem, eram umas peças de carne sem o menor indicios de alma.´
E nós lá esperando o show que nos foi prometido, no espaço fora a musica muito alta, que era interrompida pelos gritos da cafetina chamando as meninas pro salão, tinha uma TV exibindo um filme, porno. Ja não aguentando mais ficar ali naquele espaço sobe uma negra no palquinho dom um ferro no meio, a negra era roliça, começa a se esfregar, e na empolgação levanta uma perna e metade de sua calcinha era comida, mas ela jurando que era a Alzira (personagem da Flavia Alessandra na novelinha da Globo), patetico tudo aquilo uma outra com uma salto que não sabia andar parecia que estava assada cada passo era um parto.
Uma tragédia nossa visita ao inferninho, prefiro assistir nos filmes é mais animado, na real mas parece um velório.
Pra finalizar com chave de ouro fomos pro habbis, comer esfiha ruim e coca-cola aguada
Então como diz o Walter se você quer se divertir não vá a um inferninho, Vamos tomar um drink na casa da Dani.
Deixa eu ir pegar o metro e tentar dormir.