Um Sabádo inesquecivel, meu irmão e eu fomoso convidados pela Junia, para montar um coreografia assim do nada, ela jura que somos os primeiros bailarinos do teatro municipal sei la da onde.
"Coragi", mas prestem atenção na sincronia, na desenvoltura desse grupo de caras de pau.
Agora fiquem com os "Supremos"
Marlene, Walter, Junia, Bete e na frente Eu.
Camera - Flávia
Fã enlouquecida - Ana Flávia
Se tá bom continua!!!
terça-feira, 27 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Festa é Bom
Os dançarinos são Vagner Pereira e Flavia D´Álima.
Festa correu solta até as 6 da madruga.
Além das performaces, teve a apresentação da dupla Denis e Junior.
Posto aqui o video dos cantores que animaram a festa.
Festa correu solta até as 6 da madruga.
Além das performaces, teve a apresentação da dupla Denis e Junior.
Posto aqui o video dos cantores que animaram a festa.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
HORIZONTE

Antenor mora numa cidade litorânea e passa seu tempo perambulando pelas ruas da cidade. Carrega uma garrafa de cachaça e sempre para no píer e fica horas olhando o mar. É um homem misterioso, fala muito pouco, com um olhar triste e mesmo estando sempre bêbado, não é um maltrapilho.
Seus companheiros inseparáveis são a garrafa de cachaça, uma caneta e um caderno, todos os dias ele vai até o mar bebe o ultimo gole de cachaça, escreve uma mensagem coloca dentro da garrafa, fecha e atira ao mar.
Enquanto faz o seu ritual, é observado pela dona do quiosque, que se aproxima dele e pergunta – desculpa a intromissão, mas o senhor vem todos os dias no final da tarde beber, coloca uma mensagem na garrafa e atira a garrafa no mar. Por quê? Pra quem são as mensagens? – ele olha e sem resposta vai embora.Ela fica intrigada.
Todos os dias ela vai até o homem e fica observando o ritual, mas nunca recebe sua atenção.
Dia após dia aquilo se repete,
Certo dia Antenor se aproxima do píer, bebe sua cachaça, escreve, enrola a mensagem coloca dentro da garrafa, quando nota que a dona do quiosque repete suas mesmas ações.
Ela atira a garrafa no mar, sem falar uma só palavra, vira e volta pro quiosque. Antenor fica parado observando a mulher se afastar.
Durante uma semana ela repete a mesma coisa. Observa que Antenor vem se aproximando, sai do quiosque correndo, e quando ele chega ao píer, já está tampando a garrafa com a mensagem, e atira no mar, passa por ele e dá um sorriso. Antenor para e fica olhando a dona do quiosque ir embora.
No dia seguinte, Antenor espera a mulher pra começar a sua rotina, ela chega é recebida com um sorriso, ele bebe escreve e mais uma vez atira a garrafa no mar.
Ela faz o mesmo e sai. Quando escuta - eu escrevo pra não esquecer o passado, quando eu era criança, minha mãe me disse que quando me sentisse muito sozinho colocasse uma mensagem numa garrafa e atirasse ao mar. Ela pergunta - Onde está sua mãe? - Lendo minhas mensagens, disse apontando pro horizonte, onde o mar encontra com céu. E sua família? Não tenho ninguém, estou sozinho
Seus companheiros inseparáveis são a garrafa de cachaça, uma caneta e um caderno, todos os dias ele vai até o mar bebe o ultimo gole de cachaça, escreve uma mensagem coloca dentro da garrafa, fecha e atira ao mar.
Enquanto faz o seu ritual, é observado pela dona do quiosque, que se aproxima dele e pergunta – desculpa a intromissão, mas o senhor vem todos os dias no final da tarde beber, coloca uma mensagem na garrafa e atira a garrafa no mar. Por quê? Pra quem são as mensagens? – ele olha e sem resposta vai embora.Ela fica intrigada.
Todos os dias ela vai até o homem e fica observando o ritual, mas nunca recebe sua atenção.
Dia após dia aquilo se repete,
Certo dia Antenor se aproxima do píer, bebe sua cachaça, escreve, enrola a mensagem coloca dentro da garrafa, quando nota que a dona do quiosque repete suas mesmas ações.
Ela atira a garrafa no mar, sem falar uma só palavra, vira e volta pro quiosque. Antenor fica parado observando a mulher se afastar.
Durante uma semana ela repete a mesma coisa. Observa que Antenor vem se aproximando, sai do quiosque correndo, e quando ele chega ao píer, já está tampando a garrafa com a mensagem, e atira no mar, passa por ele e dá um sorriso. Antenor para e fica olhando a dona do quiosque ir embora.
No dia seguinte, Antenor espera a mulher pra começar a sua rotina, ela chega é recebida com um sorriso, ele bebe escreve e mais uma vez atira a garrafa no mar.
Ela faz o mesmo e sai. Quando escuta - eu escrevo pra não esquecer o passado, quando eu era criança, minha mãe me disse que quando me sentisse muito sozinho colocasse uma mensagem numa garrafa e atirasse ao mar. Ela pergunta - Onde está sua mãe? - Lendo minhas mensagens, disse apontando pro horizonte, onde o mar encontra com céu. E sua família? Não tenho ninguém, estou sozinho
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Não encontrei Jenoveva

Quinta-feira dia de encontrar Jenoveva, minha psicóloga, mas como é véspera de feriado, não foi possível porque as pessoas viajem, então liguei pra ela:
- Boa tarde a Jenoveva
- (seca) É ela pode falar
- Oi tudo bem? É o Dougras...
- Oi, hoje não tem.
- Blz, feliz pascoa.
- Tá.
Então é isso não fui ver a Doce Jenoveva.
Logo hoje, que estou tão necessitado, precisando de um ouvido, até o dela me servia.
Bom já que não tenho quem me escute, vou tomar uma dose de ypioca, limão e sal e vou dormir.
Acho melhor duas doses.
bem depois de varias doses, estou aqui.
quem sabe alguém me dá atenção aqui.
bjs e Abs
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